Fotojornalismo

Enquanto fotojornalista Lilo Clareto se intitulava “operário”. Gostava de imaginar que trabalhava a serviço das lidas das pessoas comuns, com foco especial nos retratos e nas denúncias. Sua técnica, entretanto, revelava uma rebeldia à causa. Ao brincar com as imagens e seus significados, acrescentando camadas de interpretações através da distorção dos ângulos e do “oportunismo” de seus cliques, tornava-se um contator de histórias para além da pauta. Era ele mesmo o repórter de sua imaginação. Em 1997, Lilo ganhou a “Estatueta Libero Badaró”, um dos maiores da sua carreira como fotojornalista, por uma reportagem sobre a reintegração de posse de moradores sem teto na Fazenda da Juta, no bairro Sapopemba (São Paulo).

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